segunda-feira, 19 de junho de 2017

Homem é preso após manter mulher acorrentada como um cachorro (vídeo do resgate)

Uma mulher de 30 anos foi libertada de um cativeiro onde era mantida acorrentada como um cachorro, dentro de um contêiner.

Karla Brown foi salva pela polícia da Carolina do Sul, nos EUA, no final do ano passado, mas as imagens do resgate foram divulgadas somente agora.

A mulher havia sido sequestrada em 31 de agosto de 2016, junto com o namorado, Charlie Carver. O criminoso era Todd Kohlhepp, 45 anos, que assassinou Carver, enterrando o corpo próximo ao local onde manteve Brown presa.

Como aconteceu o resgate

Os policiais receberam ligações anônimas em relação ao local onde Kohlhepp vivia. Segundo matéria da BBC, o agente imobiliário já era registrado como agressor sexual, tendo cumprido pena de 10 anos pelo sequestro e estupro de uma adolescente de 14 anos.

Ao chegarem na propriedade, ouviram barulhos de batidas que estavam saindo do contêiner. Foi quando encontraram Karla Brown em estado de choque.

“Estava presa como um cachorro”, afirmou Chuck Wright, chefe de polícia do distrito de Spartanburg, que fica a 100 quilômetros da cidade de Anderson, localidade onde o casal tinha sido visto pela última vez.


Ao ser preso, Kohlhepp não apenas confessou o sequestro, como também afirmou ser responsável por um tiroteio em 2003, no qual morreram quatro pessoas. O sequestrador foi condenado a sete penas de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional há duas semanas.

O cárcere

Karla Brown contou detalhes sobre o cárcere vivido por ela por três meses. Em entrevista à rede americana ABC News em fevereiro, ela explicou que o casal trabalhava no jardim da propriedade do sequestrador.


Um dia, quando tinham recebido os materiais de jardinagem, Kohlhepp entrou em casa e, ao voltar, estava armado e deu três tiros no peito do namorado de Karla, que morreu na hora. Logo depois, ele a algemou e a arrastou para o contêiner, onde acorrentou a mulher pelo pescoço. Ela ainda afirma que foi estuprada diversas vezes pelo criminoso.

Fonte: metropoles

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