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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Paraibano Eitel Santiago registra candidatura e tentará suceder Janot na PGR


A Associação Nacional dos Procuradores da República informou nesta quarta-feira (24) que oito subprocuradores da República apresentaram candidatura para participar da disputa pela sucessão de Rodrigo Janot na Procuradoria Geral da República – o mandato de Janot termina em setembro.
As inscrições foram recebidas até 18h desta quarta (24). A partir desta quinta, começa a campanha e serão realizados seis debates.
Janot não apresentou sua candidatura e, portanto, não disputará uma vaga na lista da ANPR para o terceiro mandato – auxiliares já vinham afirmando que ele não concorreria.
No fim de junho, todos os integrantes do Ministério Público Federal votarão, e os três nomes mais votados, por ordem de votos recebidos, integrarão a lista tríplice que será encaminhada à Presidência da República – cabe ao presidente indicar o novo procurador.
O presidente da República não tem obrigação de escolher algum dos nomes da lista da ANPR. Nos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva e nos dois de Dilma Rousseff, o escolhido foi o primeiro da lista.
Segundo a Constituição, o procurador-geral é nomeado pelo presidente da República entre integrantes da carreira do Ministério Público Federal maiores de 35 anos. O indicado deve ser aprovado pela maioria absoluta do Senado para um mandato de dois anos, permitida a recondução.
Os candidatos
Além de Eitel, saiba quais são os subprocuradores que apresentaram candidatura:
Carlos Frederico, foi o principal opositor de Janot na última eleição, mas ficou fora da lista tríplice;
Ela Wiecko, que era vice-procuradora-geral da República e saiu da função após críticas a Temer;
Franklin Rodrigues da Costa, subprocurador de Rondônia;
Mario Bonsaglia, já concorreu na última disputa e ficou com 462 votos em segundo lugar (Janot foi o primeiro da lista com 799 votos);
Nicolao Dino, vice-procurador-geral eleitoral, que atua em nome de Janot no Tribunal Superior Eleitoral e que defendeu a cassação do mandato de Temer e inelegibilidade de Dilma;
Raquel Dodge, subprocuradora da área criminal; e
Sandra Cureau, foi vice-procuradora-geral da República na gestão Roberto Gurgel.
 
Da Redação (com Globo)

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