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terça-feira, 4 de abril de 2017

Meteorologistas preveem melhoras nos níveis dos açudes na PB

Meteorologistas preveem melhoras nos níveis dos açudes na PB
 Paraíba nos últimos dias têm aumentado o volume dos açudes. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), o Açude São José II, localizado em Monteiro, no Cariri paraibano, está sangrando, sendo o único a atingir o volume máximo de sua capacidade, 1.311.540m³. Segundo a Aesa, o Açude de São José sangrou após uma precipitação de 109mm na região de Monteiro no último sábado (1º). O meteorologista Danilo Cabral informou que o Açude de Coremas está apresentando significativa melhora no seu volume.

Segundo ele, até domingo (2), estava com 28.728.520m³, o que representa 4,9% de sua capacidade, que é de 591.646.222m³. De acordo com a Aesa, a situação dos açudes da Paraíba ainda é preocupante, pois 25 reservatórios estão com capacidade armazenada superior a 20% do seu volume total. Trinta e oito açudes estão em observação, pois apresentam menos de 20% de sua capacidade e 54 estão em situação crítica, isto é, menos de 5% do seu volume total.

Dois açudes na Paraíba que já receberam água da Transposição do Rio São Francisco tiveram uma melhora no volume, mesmo sendo considerado pouco. Poções, em Monteiro, apresenta 6,3% (1.868.442m³) de sua capacidade, que é de 29.861.562m³, e Camalaú, que acumula 48.107.240m³ mas está com apenas 9,7% do volume total (4.661.250m³).

De acordo com a meteorologista Marle Bandeira, a Aesa está realizando previsão a cada 24 horas. Ela disse que para esta semana são previstas chuvas isoladas no Sertão, Alto Sertão e Cariri. Nas demais regiões da Paraíba, a previsão é de chuva ocasional.

No levantamento feito pela Aesa, a chuva no município de Monteiro teve início por volta das 19h30 de sábado e durou cerca de duas horas, sem trégua. Os índices pluviométricos marcaram aproximadamente 130 milímetros, causando transtornos à população da região. Algumas ruas ficaram alagadas, com água entrando em algumas residências na zona urbana. Alguns prédios públicos, como o Centro Cultural e o Mercado Público, também foram invadidos pela água, causando prejuízos aos comerciantes.

Redação 

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