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terça-feira, 21 de março de 2017

Projeto mãos que ajudam: Mulheres se unem para apoiar pacientes com câncer de mama

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo. No Brasil, são 52 mim novos casos em média por ano, segundo o Ministério da Saúde informa. Em Guarabira, a iniciativa de duas mulheres que passaram por esta dolorosa realidade, fez com que um projeto fosse criado, visando prestar apoio e orientação às mulheres que enfrentam o problema.
Nilda Rodrigues e Jaciara Almeida se uniram no “Projeto Mãos que Ajudam”. Elas foram entrevistadas por Greice Targino, no Jornal 850 2ª edição, na Rádio Rural, nesta terça-feira (21).
A proposta é é formar um grupo de mulheres que se apoiem mutuamente, troquem experiência, acompanhem as histórias, as dores, as vitórias e progressos umas das outras e fortaleçam a esperança daquelas que estejam emocionalmente mais fragilizadas com a descoberta e o cotidiano da doença.
Nilda Rodrigues tinha o projeto na mente, mas faltava parceria para levá-lo adiante. “Há trinta anos eu passei pelo problema, não era câncer maligno, mas de lá para cá, vivo monitorando para ver se não aparece”, disse ela.
Neste domingo, dia 26 de março, às 13 horas, na Secretaria de Saúde de Guarabira, haverá uma palestra com a participação de outras mulheres que venceram o Câncer de Mama, sorteio de brinde e um lanche que será oferecido para as participantes. Na oportunidade, haverá também a confecção de turbantes com as palestrantes, e eles serão doados para pacientes do Hospital Laureano. Estes turbantes são enfeites para a cabeça das mulheres que perdem os cabelos com a quimioterapia e nem sempre podem comprar ou gostam de usar perucas, muitas delas se sentem mais bonitas e confiantes com o turbante. Quem quiser doar malha ligante ou viscolycra (malha fria) para os turbantes, entrem em contato com Jaciara pelo fone:98825-2933.
“Há em Guarabira um número de mulheres diagnosticadas com o câncer de mama. Queremos oferecer apoio por meio de oficinas de artesanato, palestras, companhia, amizade. Este apoio pode beneficiar bastante a quem é acometida pela doença. A palestra é aberta à todas as mulheres, ela é educativa, mas também é preventiva”, disse a jornalista Jaciara Almeida.
Nordeste 1

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