terça-feira, 30 de agosto de 2016

Jovem morre após levar ‘chupão’ da namorada no pescoço

1472471594727-chupaoUm rapaz de 17 anos, da Cidade do México, no México, morreu após levar um chupão no pescoço dado pela namorada. Julio Macias Gonzalez voltou para casa após receber o “beijo” e, ao sentar-se à mesa para jantar com a família, começou a ter convulsões.
Os familiares chamaram, então, a emergência, e o garoto foi encaminhado para o hospital.No entanto, ao chegar ao local, o jovem não resistiu. Segundo os médicos, o chupão foi muito forte, o que acabou criando um coágulo. Esse coágulo foi levado pela corrente sanguínea até o cérebro, causando um derrame. As informações são do jornal El Ciudadano.
Os pais de Julio disseram que a responsabilidade da morte do rapaz é toda da namorada, que tem 24 anos. A jovem está desaparecida.
Da Redação 
Com Metropoles

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Cássio refuta a ideia de golpe em relação ao processo de impeachment

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Assim que chegou sua vez de apresentar perguntas à presidente afastada, Dilma Rousseff, em Plenário, nesta segunda-feira (29), o líder do PSDB, senador Cássio Cunha Lima (PB), questionou a afirmação habitual dos defensores da presidente afastada de que o processo de impeachment é um “golpe”. A situação de normalidade institucional poderia ser confirmada, segundo ele, pela presença dos chefes de cada um dos três poderes na mesa da sessão em que Dilma fazia sua defesa.
Ao lado de Dilma, estavam o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, presidindo os trabalhos, como determina a Constituição; e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A cada um ele se dirigiu usando o tratamento formal de “excelência”.
– Faço questão de tratá-los de maneira absolutamente formal para mostrar, na inauguração da minha palavra, que não pode haver golpe com uma mesa composta com os chefes três poderes da República – disse.
Depois, Cássio afirmou que Dilma, optou, mais uma vez, por um discurso político. A seu ver, ela perdeu “a derradeira oportunidade de se defender contra os graves crimes que lhe são imputados”.
De acordo com o senador, a presidente Dilma “esquece” que o impeachment não nasceu no Congresso Nacional, mas sim nas ruas do país, onde esteve o povo para manifestar sua indignação contra os erros que ela e seu governo cometeram.
– Golpe é vencer uma eleição mentindo a um país; golpe é quebrar uma empresa como a Petrobras; golpe é fazer terrorismo contra os mais pobres, como em todas as eleições fez o partido de Vossa Excelência – disse.
Nas palavras do líder tucano, Dilma afirma que respeita o Senado Federal, “desde que seja absolvida”; e que respeita o devido processo legal, igualmente “desde que seja absolvida”.
O que estava ocorrendo até ali, como disse, era um “espetáculo político”, e não uma defesa, já que a presidente não estava respondendo às perguntas, mas se seguindo um “script pronto”, seja quando solicitada a explicar as pedalada fiscal ou os decretos de abertura de crédito.
– E creia que justificativas e desculpas em torno de crises internacionais que foram chamadas, inclusive, no passado, de marolinhas, não funcionam como defesa – declarou.
Para o senador, não há duvidas sobre os crimes de responsabilidade cometidos, como abertura de crédito suplementar sem autorização legislativa. A seu ver, a pena de perda de mandato guarda proporcionalidade com os atos, devidos aos efeitos que causaram ao país.
– A pena é severa demais? Não. Severo é haver 12 milhões de desempregados. Duro é viver em um país que está há três anos em recessão: indústrias fechando, comércio encerrando suas atividades, um povo sem esperança, desiludido. Isso, sim, é grave – disse.
Mesmo considerando que a presidente fugia das perguntas, ele indagou de quantas reuniões ela teria participado para discutir, elaborar, criar o Plano Safra. Também perguntou que tratamento dispensava, na sua rotina de trabalho, ao Relatório Resumido da Execução Orçamentária.
Reação
Na resposta, Dilma confirmou que o que já havia dito: que haverá um “golpe parlamenta”r, se votarem a favor do impeachment e contra sua absolvição, “sem que haja crime de responsabilidade”. Também afirmou que não perdeu a oportunidade de se defender, e que estava ali debatendo e afirmando que nem os três decretos e nem as operações de subsídio dos agricultores, do Plano Safra, caracterizavam crimes de responsabilidade.
Depois, disse ao senador que o processo de impeachment não veio das ruas de “forma espontânea”. Segundo ela, ninguém ali seria “ingênuo” a ponto de desconhecer quem era o responsável pela aceitação desse processo de impeachment, papel que atribuiu ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara.
– Então, eu vou lembrar ao senhor o que foi amplamente noticiado pela mídia e que até o próprio acusador, um dos acusadores aqui presentes, declarou à imprensa: que a aceitação do meu pedido de impeachment tratava-se de uma chantagem explícita do Sr. Eduardo Cunha com a qual infelizmente vocês se aliaram – acusou.
Quanto ao Plano Safra, observou que não foi criado por seu governo, e que se trata, possivelmente, da única autorização de subvenção sem divergência a respeito de sua aplicação e importância para a economia brasileira. Além disso, ressaltou a resistência dos acusadores em reconhecer que o país enfrentou no seu governo séria crise econômica, amplamente influencia por fatores adversos na economia internacional.
– Então, é muito difícil começar-se a discussão dizendo que a culpa da crise são três decretos e a operação do Plano Safra. Já disse que a operação do Plano Safra, baseada nos seus subsídios, tem efeito positivo sobre a demanda, e não um efeito restritivo – declarou.
Agência Senado

Pesquisa encontra área do cérebro ligada ao "se colocar no lugar dos outros"

"Embora a maioria das pessoas tem uma inclinação notável para se envolver em comportamentos pró-sociais, existem diferenças substanciais entre os indivíduos"

“Amar o próximo é tão démodé.” Com esse verso, da canção Baader-Meinhof blues, o líder da Legião Urbana, Renato Russo, refletia sobre a generosidade, ou a falta dela. Ele não estava sozinho. Entender o que leva uma pessoa a fazer o bem a outra, muitas vezes de forma desinteressada, é uma preocupação de cientistas de diversas áreas, da antropologia à neurociência. Em um estudo recentemente publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences (Pnas), especialistas do Reino Unido afirmam ter encontrado uma região do cérebro diretamente ligada a esse tipo de ação, um achado que pode ajudar a entender melhor o comportamento humano e distúrbios psiquiátricos como a psicopatia.
Responsável pelo trabalho, Patricia Lockwood explica que o sentimento de empatia, ou a habilidade de se colocar no lugar do outro, é uma peça fundamental para entender os chamados comportamentos pró-sociais, mas o tema permanece repleto de questões em aberto. “Embora a maioria das pessoas tenha uma inclinação notável para se envolver em comportamentos pró-sociais, existem diferenças substanciais entre os indivíduos. A empatia, a capacidade de sentir a experiência do próximo e entender seus sentimentos, foi apresentada como um motivador crítico de comportamentos pró-sociais, mas nós quisemos testar por que isso ocorre e como eles estão ligados”, diz a pesquisadora da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
A cientista conta que o ponto de partida foram estudos feitos anteriormente com primatas. “Encontrei um artigo recente no qual os cientistas mostravam que o comportamento pró-social de macacos parece ligado à amígdala (região do cérebro) e à ocitocina (neurotransmissor)”, lembra Lockwood. Assim, ela e colegas decidiram investigar o tema em humanos, contando para isso com a ajuda de 31 voluntários, todos homens adultos.
Por Correio Braziliense

Alagoinha: Jeová inaugura dois comitês com arrastão pelas ruas da cidade

Jeová José e Maria de Zé Roberto
O candidato a prefeito de Alagoinha pela coligação "Por Uma Alagoinha Melhor" Jeová José (PMDB) ao lado da Candidata a Vice-Prefeita Maria de Zé Roberto (PSDB) de Alírio Pontes e candidatos a vereadores realizaram na noite deste domingo 28/08 duas inaugurações dos comitês Jovem do Nova Alagoinha e do central na Rua Capitão Costa.

Uma multidão lotou as ruas de Alagoinha as pessoas ouviram atentas as falas dos
candidato a prefeito Jeová da candidata a vice Maria de Zé Roberto. dos
candidatos a vereadores que, juntos, defenderam uma nova forma de gestão para o município com transparência e cuidado com as pessoas.


Esteve presente no evento a deputada estadual Camila Toscano (PSDB)
a mesma falou da importância do “voto casado” nessas eleições municipais.
votando no candidato a prefeito Jeová, e nos candidatos a vereadores da
coligação.

Representando as lideranças partidárias, o Vereador do PDT, Zé Ronaldo,
agradeceu a presença de todos que acreditam no projeto encabeçado por Jeová e
Maria “Em nome de todos os presidentes de partidos, quero dizer que Alagoinha
Um novo futuro está começando”, exclamou.
tem a oportunidade de voltar a sorrir e reescrever uma história de progresso.
“Uma verdadeira festa. Estou muito feliz e confiante com nosso projeto uma
grande demostração de mudança. as ruas lotadas, a presença em massa do povo no
nosso arrastão onde todos estão aqui com muito valor, mas sem preço, sem ter
que assinar lista de presença, é a prova que Alagoinha, quer mudar e não aceita
ordem de ditadores.

Somos livres e escolhemos o melhora para nossa cidade destacou o candidato a
prefeito Jeová José.


confira as fotos:

Operação Lei Seca apreende 30 carteiras de habilitação e faz 402 testes de bafômetro

Operação Lei Seca apreende 30 carteiras de habilitação e faz 402 testes de bafômetro
A equipe da Operação Lei Seca divulgou nesta segunda-feira (29) o balanço deste fim de semana.
Segundo informações foram realizados 402 testes do bafômetro entre a quinta-feira (25) e esse domingo (28).  Foram abordados 356 veículos, 40 foram notificados por dirigir sob efeito de álcool.

Ninguém foi conduzido à delegacia e 30 carteiras nacionais de habilitação (CNH) foram apreendidas.


Foto: Roberto Guedes

Redação

Esplanada fechadas para julgamento

Esplanada  fechadas para julgamento
 As vias N1 e S1 do Eixo Monumental estão interditadas desde a meia-noite desta segunda-feira (29), no trecho entre a rodoviária do Plano Piloto e o Congresso Nacional, durante o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff no julgamento do processo de impeachment no Senado.


A expectativa do governo do Distrito Federal é de que o bloqueio aconteça até o final do processo de impeachment. O GDF espera que um público entre 20 mil e 30 mil pessoas esteja no local durante o processo. “A todo instante nós estaremos monitorando a real possibilidade de manter esse trânsito interditado, visando sempre a garantia da incolumidade das pessoas que estarão nesse local. Contudo, o nosso planejamento é para que a N1 e a S1 permaneçam interditadas até o final do processo de impeachment, que esperamos que acabe na madrugada de 30 para 31 [de agosto]”, afirma o secretário-adjunto de Segurança do DF, Márcio Pereira da Silva para a Rádio Senado.


O governo do DF não prevê a instalação de telões para o público, a exemplo do que aconteceu nas votações do primeiro semestre. O muro deve ser desmontado em até 48 horas após o fim do julgamento. Efetivo

O efetivo empregado na segurança da cidade será de 380 homens nesta segunda-feira e 1.332 policiais na terça-feira. Caso o julgamento se estenda até quarta (31), o mesmo efetivo de 1.332 policiais será utilizado. No dia posterior ao término do processo, 290 militares ainda farão a segurança da Esplanada dos Ministérios.

Além da Polícia Militar, um efetivo de cem bombeiros e cem agentes de trânsito será empregados todos os dias. A 5ª Delegacia de Polícia, que cuida da área central, também terá reforço. "Tenho plena confiança na capacidade investigativa da Policia Civil. Em nenhum momento deixamos de contar com a Polícia Civil, tivemos todos os procedimentos assegurados. Brasília continua segura como sempre foi", disse. A categoria está em operação-padrão por salários melhores – nesta quarta, chefes de seção entregaram cartas de exoneração ao governo.

Grupos separados O esquema de segurança foi definido nesta quinta, após reunião com lideranças dos dois grupos. Segundo a pasta, a disposição dos manifestantes na Esplanada dos Ministérios será a mesma utilizada durante a votação da Câmara dos Deputados, que ocorreu no dia 17 de abril.


G1

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Comissão aprova licença maternidade para advogadas

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, na última terça-feira (23), uma proposta que altera o Código de Processo Civil (Lei 13.105/15) para estipular a suspensão dos prazos no processo por 30 dias quando a única advogada de alguma das partes der à luz, ou por oito dias quando o único advogado de uma das partes se tornar pai. A mesma regra deve valer para adoções.
A medida visa conceder licença-maternidade e paternidade para advogados que trabalham por conta própria, e que pela dinâmica do Judiciário não têm como gozar desse benefício.
Para que o prazo seja suspenso, o cliente deverá ser notificado.
Durante a discussão e votação do parecer, o deputado federal Luiz Couto (PT-PB) registrou o seu voto favorável, orientando também a Bancada do PT a aprovar a matéria. Couto reforçou a importância do PL, salientando que “a carreira advocatícia é marcada por prazos exíguos e longas jornadas de trabalho, e é um grande desafio conciliar essa carreira com a maternidade, por isso queremos garantir esse direito”, disse. 
Algumas outras medidas sugeridas pelos parlamentares, foram incluídas no texto final, como a prioridade de fala e de processos durante sessões para advogadas que estejam grávidas. Além disso, as grávidas ou lactantes serão dispensadas de passar por raios-x e detectores de metal, e devem ter vaga especial de estacionamento nos tribunais. Enquanto durar a amamentação, a mãe também deve ter direito a creche, quando houver, e a local adequado para cuidados com bebês.
Tramitação
As medidas constam de cinco propostas, todas apensadas ao Projeto de Lei 1901/15. Como tramitava em caráter conclusivo, a proposta segue agora para análise no Senado, a menos que haja recurso para que o projeto seja analisado também pelo Plenário da Câmara dos Deputados

CÂMARA NOTÍCIAS

Cássio destina R$ 1 milhão para Hospital Napoleão Laureano

napoleao-laureano
Prestes do afastamento temporária das atividades parlamentares para cuidar da saúde, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) contribuiu com o Hospital Laureano, em João Pessoa, na aquisição de um moderno equipamento para atendimento aos seus pacientes. A ajuda no valor de R$ 1 milhão veio via emenda e será destinado à compra de um neuronavegação, sistema de tecnologia assistida por computador e que permite ao neurocirurgião ter precisão milimétrica na retirada de tumores.
Presidente da Fundação Napoleão Laureano, o Dr. Carneiro Arnaud destacou a iniciativa afirmando: “O hospital tem sido prestigiado pelos parlamentares paraibanos e o senador Cássio Cunha Lima é um destes amigos mais destacados”. O dinheiro da emenda do tucano foi destinado para a aquisição de outros equipamentos que irão melhorar o atendimento aos pacientes que procuraram o Laureano.
Conforme o Dr. Carneiro Arnaud, “vale lembrar que os usuários do SUS, principalmente, terão à disposição um equipamento moderno e que irá melhorar sensivelmente a qualidade dos serviços oferecidos”, ressaltou.
Sobre o Neuronavegador, o presidente da Fundação Napoleão Laureano informou que o equipamento foi instalado nesta quarta e, após o treinamento das equipes, que ocorre nestes dias 24 e 25, os neurocirurgiões do hospital Laureano já marcaram a primeira cirurgia para esta sexta-feira, 26.
Blog/Assessoria

Vacina inicia fase final de testes após 30 anos

Vacina inicia fase final de testes após 30 anos
 A vacina brasileira contra a esquistossomose está entrando na fase final de teste em humanos em áreas endêmicas, após 30 anos de desenvolvimento. Na segunda quinzena de setembro, ela será aplicada em pessoas no Senegal, dando início a esta última etapa. Se os resultados forem positivos, fica pronta para uso. A pesquisa foi escolhida junto a mais cinco projetos como prioridade de investimento da Organização Mundial da Saúde (OMS). O “selo” é dado para estudos que se empenham em suprir necessidades de saúde de países em desenvolvimento.

Causada por vermes do gênero Schistosoma, a doença está presente em 19 estados brasileiros, com maior quantidade de casos nos estados do Nordeste, Espírito Santo e Minas Gerais. De acordo com a OMS, a esquistossomose é endêmica em mais de 70 países, em maioria localizados na África, onde 800 milhões vivem sob risco de infecção.

Além da vacina contra a doença, outras cinco pesquisas foram escolhidas como prioridade pela OMS: um estudo da Índia, dois da Suíça, um da África do Sul e um da China em parceria com países africanos. O projeto brasileiro é o único das Américas escolhido pela organização.

A nova Vacina Sm14, que foi financiada até o momento em formato de Parceria Público Privada (PPP) entre o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e a Orygen Biotecnologia S.A., também receberá o apoio de um fundo da OMS. Ela deverá terminar as fases de testes em humanos no final de 2017 - até lá, 350 pessoas deverão participar da pesquisa.

De agosto até o final deste ano, os pesquisadores aplicarão doses em 30 indivíduos do Senegal, região considerada hiperendêmica da doença (com alta taxa de prevalência, afetando a população de forma continuada).

O país africano tem a circulação de duas espécies do parasita que transmite a esquistossomose. Essa característica, que não existe em nenhuma região brasileira, é importante para que se possa verificar a segurança da vacina, como apontou a pesquisadora Miriam Tendler, do Laboratório de Esquistossomose Experimental do IOC, que lidera os estudos.

“Esse tipo de doença, causada por vermes, foi menosprezada por muito tempo por ter baixa mortalidade. Mas isso impacta muito na capacidade cognitiva e na qualidade de vida das crianças e demais pacientes”, disse Tendler.


Quando a vacina estiver pronta, a imunização ocorrerá em três doses, dadas com um intervalo de um mês entre cada uma. A vacina foi produzida a partir de um antígeno -- substância que estimula a produção de anticorpos, evitando que o parasita se instale. Também foi utilizada a proteína Sm14, sintetizada a partir do verme da doença.

A esquistossomose

A OMS considera a doença como uma das mais negligenciadas e devastadoras socioeconomicamente, perdendo apenas para a malária. A transmissão é ligada à precariedade de saneamento.

Fezes infectadas com o verme Schistosoma, quando despejadas em rios e outros cursos de água doce, podem infectar caramujos do gênero Biomphalaria. Estes liberam larvas na água, podendo infectar outras pessoas por meio do contato com a pele, reiniciando o ciclo da doença.

Histórico da vacina

A molécula Sm14 foi descoberta em 1975. Já a definição de um desenho de modelos experimentais para o desenvolvimento da vacina começou em 1985, ou seja: o projeto de imunização contra a esquistossomose tem mais de 30 anos de desenvolvimento.

Foto: Gutemberg Brito – IOC/Fiocruz g1.globo.com/

DNA pode determinar quantidade de café que bebemos por dia

cafe
A quantidade de café que as pessoas consomem pode ser determinada pelo DNA, de acordo com um novo estudo realizado por um grupo internacional de cientistas. Eles identificaram um gene que parece alterar a maneira como a cafeína é metabolizada pelo organismo: os indivíduos que possuem determinada variante desse gene tendem a sentir mais fortemente os efeitos da cafeína e, consequentemente, tomam menosxícaras de café.
A pesquisa, publicada nesta quinta-feira (25), na revista Scientific Reports, da Nature, foi liderada por Nicola Pirastu, da Universidade de Edimburgo (Escócia) e teve participação de pesquisadores da Universidade de Trieste (Itália), do Instituto Pediátrico Brulo Garofolo (Itália) e do Centro Médico Erasmus de Roterdã (Holanda). A pesquisa também teve contribuição da Illy, empresa italiana de produção de café.
De acordo com o estudo, uma variação do gene PDSS2 reduz a capacidade das células do organismo para quebrar as moléculas de cafeína, fazendo com que a substância permaneça mais tempo no corpo. Com isso, as pessoas com a variação precisam consumir menos café para obterem o mesmo efeito estimulante da cafeína, em comparação às demais.
“Os resultados do nosso estudo se somam às pesquisas já existentes, sugerindo que nossa tendência a tomar café pode ser determinada por nossos genes. Nós precisamos fazer estudos mais amplos para confirmar a descoberta e esclarecer a ligação biológica entre o gene PDSS2 e o consumo de café”, disse Pirastu.
Os cientistas analisaram as informações genéticas de 370 pessoas que vivem em um vilarejo no sul da Itália e de 843 pessoas de outros seis vilarejos do nordeste do país. Todos os participantes do estudo responderam a um questionário que incluía uma pergunta sobre quantas xícaras de café consomem por dia.
O estudo concluiu que as pessoas com a variação no gene PDSS2 tendem a consumir diariamente, em média, uma xícara de café a menos que as pessoas sem a variação.
Mais tarde, os cientistas replicaram o estudo em um grupo de 1731 pessoas na Holanda e o resultado foi o mesmo, mas o efeito do gene no número de xícaras de café consumidas foi um pouco menor.
Segundo os autores, essa alteração pode ser causada pelas diferenças no estilo de consumo de café existentes nos dois países. Na Itália, as pessoas tendem a beber xícaras menores de café expresso, enquanto na Holanda o público prefere xícaras maiores com menos cafeína.
180 Graus

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

TRE estuda solicitação de tropas federais para as eleições na Paraíba

Des_Jose_AurelioO Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) ainda analisa a convocação de tropas federais para reforçar a segurança em alguns municípios paraibanos durante as eleições de outubro. Desde 2004, as tropas são convocadas para atuar no município de Campina Grande no período da eleição.
De acordo com o presidente da Corte Eleitoral, desembargador José Aurélio da Cruz, uma possível solicitação será analisada pelos juízes eleitoral, contudo, ocorrerá apenas em casos de extrema necessidade.
Nas eleições de 2014 o TRE-PB aprovou a solicitação de tropas federais também para o município de Patos.
Fonte: MaisPB